O engenheiro e construtor sertanejo, Stelo Queiroga, nascido em São José do Rio do Peixe (PB) e "pessoense" desde adolescente, tem nas veias um destacado DNA literário, e, na poesia, uma vocação natural.

Há algum tempo, através de meu filho arquiteto, Germano Romero, e seu amigo, tomei conhecimento e tive o prazer de ler alguns de seus poemas, bem rimados, bem ritmados e muito sintonizados com as raízes da cultura nordestina. Um dia desses, meu amigo e confrade da Academia Paraibana de Letras, Abelardo Jurema Filho, ressaltou, merecidamente, na sua coluna do Correio da Paraíba, as qualidades deste engenheiro sertanejo, cheio de talento e história para contar. Que ele continue edificando em pedra e concreto armado, mas também com sua prosa cheia de graça.

Abrimos espaço para esse pequeno verso, ilustrado com uma tela de autoria de Germano, fã de Stelo, que ilustra a figura do canoeiro, personagem tão presente em nossa terra.

Eu sou brasileiro, canoeiro forte,
do Sul e do norte, do rio e do mar.
Vou remando a vida, sofrida ou alegre,
sem nada que regre, meu bom labutar.
Sigo em meu balanço, sem ranço sem mágoas.
É o ritmo das águas que impõe-me rimar...
Patrono do Blog
Carlos Romero (1923-2019), cronista paraibano.
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