Aprenda Latim com Victor Hugo


(Milton Marques Júnior)

Antes de comentar a segunda lição de compreensão do texto literário, via Os Miseráveis, gostaria de me dirigir aos meus alunos de clássicas e a todos que estudam ou desejam estudar latim, para dizer que podemos aprender as nuances dessa língua com Victor Hugo. Senão, vejamos.

A magia do por do sol


(Isabel Barroso)

Certa hora da tarde, a nossa estrela maior começa a se preparar para repousar. Fica ameno e carinhoso, mas ainda dando o ar de sua potência, aqui e acolá, por entre os ramos das árvores, ou entre as frestas dos telhados.

Com mais alguns minutos se deleitará com os picos de montanhas ou florestas, raras por essas bandas.

Um rio que passou em minha vida


(Petrônio Souto) *

Dediquei parte de minha vida ao batente diário no rádio. Nesse período, passava cerca de cinco horas por dia usando os microfones de importante emissora de rádio da Capital, a extinta Rádio Arapuan AM – 1.340 KHz.

Apresentava dois programas diários: “João Pessoa, Bom Dia”, das 5h às 8h, e “Jogo Aberto”, das 12h às 14h. Fazia isso sem contar com nenhuma espécie de produção, o que seria impossível hoje. Nos dias atuais, no mínimo, seria uma tremenda aventura, um voo cego.

Ah, o tempo... esse senhor tão bonito!


(Ana Adelaide Peixoto Tavares)

E assim se passaram 50 anos! O quê? Nunca imaginei comemorar 50 anos de algo que fosse. Esta semana, nós , turma da Quarta Série A das Lourdinas, celebramos meio século de ginásio. Com pompa e circunstância. Festa sagrada e profana. O tempo passou, mas quando nos encontramos, é a mesma meninice: refrãos, sacanagens, e pilhérias. Tudo isso tomando Grapette! Repete! E rezando uma Ave Maria nos intervalos.

Outras janelas para a "Vida Aberta"


(Waldemar J. Solha)

Olha o afã de Rodin de pôr desespero... eterno... na Porta do
Inferno,
-
sem atinar,
ainda,
( até ver a sua luta finda ),
que em toda obra de Arte
o todo é sempre menor
do que a sua melhor
... parte,
-

Victor Hugo poeta e profeta


(Milton Marques Júnior)

Ouvi de uma pessoa de pouca escolaridade, mas de uma humanidade e espiritualidade como só encontro em pouquíssimas pessoas, que o professor deveria ganhar “muito, muito, muito, muito, muito bem, porque tudo passa pelo professor”. Concordei com ela, mas fiz a ressalva de que todos deveriam ganhar o suficiente para ter uma vida digna.

Toque de Silêncio


(José Leite Guerra)

O silêncio responde à indagação sobre os antepassados. Eclode uma curiosidade envolvente, quando percebemos o vácuo dos parentes (próximos ou distantes), amigos, vizinhos, enfim pessoas de antecedentes partidas.

Estarão num onde ou em si mesmos? Para os que aderem ao Futuro Definitivo, medram folículos de esperança adornados por flores que se rasgam dentro do coração. Quando passamos por estradas, em viagem, nada mais emocionante do que os túmulos de beira de estrada. Ali, sob as cruzes simples, está o início, o desmoronamento, a solidão.

A Arte há de ser sincera


(Sam Cavalcanti)

Percebo que a institucionalização exclusiva do fazer ou do produzir da arte, empobrece-a sobremaneira, hoje.

O Artista precisa ser. Precisa expressar-se em seu âmago, em sua sinceridade ainda que idiossincrática.

Atenção aos sinais


Ana Paula Cavalcanti

A vida está sempre nos mostrando o quanto devemos aproveitar cada minuto dela. Reclamamos que só vemos tragédias na tv, o que não deixa de ser verdade, mas assistimos meio que anestesiados, acreditando que nunca iremos passar por nada daquilo, e seguimos sem prestar atenção nos sinais.

"Nos braços de Morfeu"


(Chico Viana)

Essa história aconteceu no tempo do ronca. Conta-se que um mancebo sem eira nem beira propendia a namorar uma donzela de truz. Para isso usava toda a sua léria, mas o pai da moça se opunha por achar que ele era um mandrião. Não se ocupava em nada que lhe trouxesse algum tipo de estipêndio.